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Arroz pesa mais no orçamento de famílias com algum tipo de insegurança alimentar, aponta IBGE /
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17/09/2020 [11h33] | Notícias

Arroz pesa mais no orçamento de famílias com algum tipo de insegurança alimentar, aponta IBGE

Arroz pesa mais no orçamento de famílias com algum tipo de insegurança alimentar, aponta IBGE
Arroz pesa mais no orçamento de famílias com algum tipo de insegurança alimentar, aponta IBGE

Por Daniel Silveira, G1 ? Rio de Janeiro

 


Quanto maior a restrição no acesso à alimentação de qualidade, maior a demanda por itens básicos, como arroz ? Foto: Reprodução/TV TEM

Quanto maior a restrição no acesso à alimentação de qualidade, maior a demanda por itens básicos, como arroz ? Foto: Reprodução/TV TEM

Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) dimensiona a relevância do arroz na alimentação dos brasileiros quanto a qualidade alimentar. No geral, quanto mais restrito é o acesso pleno e regular a alimentos, maior a necessidade de consumo do cereal.

O levantamento foi realizado entre junho de 2017 e julho de 2018, quando o arroz, que é um dos alimentos mais consumidos no Brasil, ainda não sofria com aumento de preços como o observado desde agosto de 2020.

Nesta pesquisa, o IBGE buscou investigar a situação alimentar nos domicílios brasileiros. O órgão classificou como segurança alimentar o acesso pleno e regular aos alimentos de qualidade - em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Já a restrição no acesso à alimentação de qualidade foi classificada como insegurança alimentar, dividida em três níveis:

  • Insegurança alimentar leve: há preocupação ou incerteza quanto acesso aos alimentos no futuro, além de queda na qualidade adequada dos alimentos resultante de estratégias que visam não comprometer a quantidade de alimentação consumida.
  • Insegurança alimentar moderada: há redução quantitativa no consumo de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação.
  • Insegurança alimentar grave: há redução quantitativa de alimentos também entre as crianças, ou seja, ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores do domicílio. Nessa situação, a fome passa a ser uma experiência vivida no lar.

Além de identificar o aumento no número de pessoas que passam fome no país e quantificar os domicílios por tipo de situação alimentar, o IBGE investigou a demanda por alimentos de acordo com a condição da alimentação no lares brasileiros. Duas variáveis foram usadas para esta análise: a despesa financeira com cada item alimentar e a quantidade consumida anualmente para cada produto.

"Quando a gente olha por dentro as despesas com alimentação, percebemos que os domicílios com insegurança grave trabalham com itens básicos de alimentação, enquanto aqueles com segurança alimentar consomem produtos diversos e mais caros", apontou o gerente da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, André Luiz Martins Costa.

Em média, a despesa mensal familiar com arroz foi de R$ 12,79 em 2018. Nos domicílios com acesso pleno e regular à alimentação, essa média caía para R$ 11,32, enquanto entre as famílias com algum tipo de insegurança alimentar essa média subia para R$ 15,35 ? R$ 3,03 a mais que o desembolsado nos lares que contavam com alimentação de qualidade e em quantidade suficiente.

Entre os três níveis de restrição alimentar, o maior gasto médio com arroz foi observado entre as famílias com insegurança alimentar moderada (R$ 15,79). Para o grupo com insegurança grave, que caracteriza a situação de fome, a média foi um pouco menor, de R$ 15,01.

A mesma situação foi observada quanto ao gasto com feijão. A média do gasto familiar com este tipo de grão foi de R$ 5,92, sendo que as famílias com segurança alimentar gastavam, na média, R$ 5,33, enquanto entre as famílias com algum tipo de restrição alimentar essa média de gasto foi de R$ 7,31. O maior gasto com feijão foi observado entre as famílias com insegurança moderada (R$ 7,75), R$ 0,10 a mais que o desembolsado pelas famílias com insegurança grave (R$ 7,65).

Fonte: G1

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