Boa noite! Hoje é terça-feira, 23 de outubro de 2018 | 20:01

Ibama e Polícia Federal apreendem 22 kg de lagosta às margens da BR-232 Crustáceos estavam sendo vendidos de forma ilegal na rodovia, em Gravatá. /
Imprimir matéria

23/05/2018 [10h17] | Notícias

Ibama e Polícia Federal apreendem 22 kg de lagosta às margens da BR-232 Crustáceos estavam sendo vendidos de forma ilegal na rodovia, em Gravatá.

Ibama e Polícia Federal apreendem 22 kg de lagosta às margens da BR-232 Crustáceos estavam sendo vendidos de forma ilegal na rodovia, em Gravatá.

Ibama e Polícia Federal apreendem 22 kg de lagosta às margens da BR-232

Crustáceos estavam sendo vendidos de forma ilegal na rodovia, em Gravatá.


Por G1 Caruaru

 

Total de 22 kg de lagosta foram apreendidos às margens da BR-232 (Foto: Polícia Federal/Divulgação )Total de 22 kg de lagosta foram apreendidos às margens da BR-232 (Foto: Polícia Federal/Divulgação )

Total de 22 kg de lagosta foram apreendidos às margens da BR-232 (Foto: Polícia Federal/Divulgação )

Um pintor industrial de 30 anos foi detido por venda ilegal de lagosta, nas margens da BR-232, em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O material foi apreendido pela Polícia Federal em ação conjunta com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O caso ocorreu no domingo (20), mas as informações foram divulgadas nesta quarta-feira (23).

Após receber informações de comércio ilegal de crustáceos, equipes foram até o local, onde foi percebido o comércio de frutos do mar. O pintor foi detido com 22 kg de lagosta após tentar vender os crustáceos para os policiais, de acordo com a PF.

O suspeito foi preso em flagrante, mas foi solto após fazer exame de corpo de delito e pagar fiança. Ele responderá pelo crime em liberdade. As lagostas foram doadas para uma instituição de caridade indicada pelo Ibama.

 
SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.

MAIS DO G1